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Território com Futuro, Passado e Presente

Os vestígios históricos sobre a origem do povoamento desta terra, leva-nos à Idade do Ferro, mais propriamente a vestígios arqueológicos de castros pelo concelho. O Castro do Monte das Ermidas, talvez fundado no século IV A.C., o Castro de São Miguel-o-Anjo ou ainda o Castro de Eiras, são alguns dos vestígios arqueológicos de remotos povoamentos que o concelho dispõe. A Pedra Formosa do Castro de Eiras que pertencia a um complexo de banhos, foi encontrada em 1880, e segundo os arqueólogos data do primeiro milénio antes de Cristo.

No dia 1 de julho de 1205, o rei D. Sancho I de Portugal que tinha um reguengo em Vila Nova fez uma carta foral para 40 povoadores dessa terra, dando autorização para estes tratarem do seu reguengo. Todo o lucro que os 40 povoadores obtivessem naquele reguengo seriam perpetuamente deles, por direito hereditário, e poderiam vender como seu foro a quem quisessem. Assim, a história da vila enquanto comunidade, inicia-se a partir desse momento. Nessa mesma carta foral, o rei manda a povoação que faça uma feira quinzenal, tradição essa que ainda hoje em dia é seguida semanalmente.

Vila de Famalicão, como cabeça do Julgado de Vermoim, começou a valorizar-se com o correr dos anos, e tanto assim que em 1706 contava 100 habitantes naturais da terra. Mostrando os seus anseios de melhor progresso, em 1734 e 1735 insistiu com Barcelos, pedindo regalias, como a significar o cuidado de novas intenções progressivas.
Em 21 de março de 1835, com a criação da nova Divisão Judicial do Reino de Portugal, ficou formado o concelho de Vila Nova de Famalicão por carta foral da rainha D. Maria II, recebendo o território a sua autonomização política.
Na segunda metade do século XX, a cidade tinha atingido um patamar de qualidade, com equipamentos e infraestruturas modernas, progresso esse que poderia levar a vila à elevação a cidade. Assim, a Lei de 14 de Agosto de 1985, aprovado pela Assembleia da República em 9 de Julho de 1985, abriu caminho à ascensão de Vila Nova de Famalicão à categoria de cidade.

Ao longo da sua já longa história, Vila Nova de Famalicão tem sido frequentemente mencionado como um dos principais centros culturais, comerciais e industriais em Portugal. E hoje continua a afirmar-se no país como um dos territórios que mais contribui para a afirmação de Portugal no Mundo.

Este é o local que Camilo Castelo Branco escolheu para viver e produzir a maioria das suas obras literárias, tornando-se no maior romancista da Língua Portuguesa.

Outras personalidades tiveram em Vila Nova de Famalicão o seu berço ou aqui encontraram terreno fértil para a sua afirmação. São os casos de Bernardino Machado, Arthur Cupertino de Miranda ou Alberto Sampaio. A estes nomes junta-se uma multidão de famalicenses que fizeram do concelho um território de referência.