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Ambiente
Recolha seletiva porta-a-porta arranca em setembro com projeto-piloto
    05-06-2018
    O município de Vila Nova de Famalicão vai avançar em breve com um projeto piloto de recolha seletiva porta-a-porta com o objetivo de aumentar significativamente a quantidade dos resíduos enviados para reciclagem no concelho. A novidade foi avançada, esta terça-feira, Dia Mundial do Ambiente, pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, durante uma ação de sensibilização promovida pela Resinorte a duas turmas de alunos da Escola Júlio Brandão, na Praça D. Maria II.

    “Acreditamos e os estudos confirmam que através do sistema de recolha porta a porta, os cidadãos estão mais recetivos, colaborando mais e responsabilizando-se mais com o ambiente, melhorando a eficiência da reciclagem”, adiantou Paulo Cunha, afirmando que “a autarquia está empenhada em consciencializar os cidadãos para a necessidade de reciclar cada vez mais”.

    Neste sentido, o autarca anunciou ainda a colocação de mais de centena e meia de ecopontos no concelho de forma “a reforçar esta aposta na reciclagem”.

    O projeto piloto da recolha porta a porta irá arrancar na vila de Riba de Ave, a partir do mês de setembro, com a recolha aos três fluxos dos ecopontos (papel, embalagens e vidro), nas habitações, em dias da semana e com horários pré-definidos. Prevê-se que depois seja alargado a outros núcleos do concelho, podendo ainda a recolha ser estendida aos resíduos urbanos biodegradáveis.

    Por sua vez, os ecopontos começam a ser distribuídos durante este mês de junho, com cerca de duas dezenas a serem colocados na cidade, e os restantes a serem distribuídos pelas freguesias.
    Entretanto, a autarquia tem já em funcionamento do projeto de recolha escola a escola abrangendo 93 escolas públicas.

    De acordo, com os dados fornecidos pela Resinorte que é a entidade responsável pelo tratamento e valorização dos Resíduos Sólidos Urbanos produzidos em Vila Nova de Famalicão, cada famalicense recolheu, em 2017, cerca de 53 quilos de resíduos, através dos ecopontos.

    “Nós queremos que as pessoas produzam menos lixo, que cada um de nós reduza a quantidade de lixo que produz, mas que acima de tudo, que o lixo que produzimos seja corretamente separado e reciclado”, sublinhou ainda Paulo Cunha.
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