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Cultura e Turismo
“O Deserto de Medeia” para ver até sábado na Casa das Artes
    19-02-2018
    Nos últimos três anos, a encenadora Luísa Pinto reuniu histórias reais de mulheres que mataram os seus próprios filhos e decidiu levar à cena uma reflexão sobre o crime do filicídio. O resultado pode ser visto em “O Deserto de Medeia”, espetáculo que vai estar em cena na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão até este sábado, dia 24.

    “É uma tragédia transversal a todos os séculos. Há 2500 anos, Eurípedes escreveu sobre a tragédia de Medeia, onde apresentava o retrato psicológico de uma mulher carregada de amor e ódio, e hoje acontece rigorosamente o mesmo. Só em Portugal, nos últimos três anos, tivemos seis casos”, explicou a encenadora, que desafiou Marta Freitas para escrever o texto da peça a partir de histórias reais.

    Um espetáculo “para desassogar o público e para refletir, ainda hoje, sobre a condição da mulher e sobre a sua necessidade de se afirmar”, acrescenta.

    Em palco e a dar corpo ao drama singular de múltiplas mulheres, está a atriz Margarida Carvalho acompanhada pelo ator João Melo e por alunos do 11º ano da ACE- Academia Contemporânea do Espetáculo de Famalicão. A estes juntam-se os músicos Rui David e Paulo Alexandre Jorge, que acompanham ao vivo toda a narrativa.

    O espetáculo, uma coprodução da Narrativensaio e da Casa das Artes, vai estar em cena em Famalicão de quinta a sábado, de 22 a 24 de fevereiro, às 21h30. Os bilhetes já se encontram à venda, tendo o custo de 6 euros para o público em geral, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.
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