Pesquisar
 
 
 
 
Alterar tamanho do texto
Cultura e Turismo
Cinema com entrada livre. Eduardo Lourenço hoje em Seide para mostrar "Deus Sabe Quanto Amei"
    23-02-2011
    Nesta quarta-feira, pelas 21h30, o crítico, ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço é o convidado da Casa-Museu de Camilo Castelo Branco e da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão no ciclo “Um Livro, Um Filme”, para uma sessão de cinema que vai decorrer no auditório do Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide.
    Reconhecido como um dos mais prestigiados intelectuais portugueses dos séculos XX e XXI, Eduardo Lourenço, de 87 anos, escolheu para comentar a película “Deus Sabe Quanto Amei”, de Vincente Minnelli (EUA, 1958), com Frank Sinatra e Shirley MacLaine nos principais papéis. Depois de o convidado justificar o filme escolhido, as luzes apagam-se, para dar lugar à exibição de " Deus Sabe Quanto Amei ", seguindo-se um período de diálogo com a plateia, tendo como mote o filme visionado e as questões nele levantadas. São assim todas as sessões do ciclo "Um Livro, Um Filme", que têm levado a Vila Nova de Famalicão, todos os meses, filmes de grande qualidade, baseados em obras literárias, por escolha de figuras conhecidas de vários sectores e quadrantes da sociedade portuguesa e também lusófona. A entrada é gratuita até ao limite da sala, que tem capacidade para 140 pessoas sentadas.
    Contrariamente ao habitual, a sessão “Um Livro, Um Filme” de Fevereiro não se realiza na última sexta-feira do mês, mas nesta quarta-feira, dia 23, dada a impossibilidade de Eduardo Lourenço de estar em Vila Nova de Famalicão no próximo dia 25. Para a última sexta-feira de Fevereiro estava prevista a presença de Maria Barroso, que, entretanto, por motivos imprevistos, foi forçada a adiar a sua presença no auditório de S. Miguel de Seide, sendo a convidada do mês de Março, com sessão agendada para o dia 25, com o filme “Dois Estranhos, Um Destino», de Richard Attenborough.
    Com a presença de Eduardo Lourenço, a Casa de Camilo celebra as 40 sessões do ciclo “Um Livro, Um Filme”, o que significa que, desde Maio de 2006, passaram por S. Miguel de Seide 40 personalidades da sociedade portuguesa contemporânea, e também lusófona, com particular destaque para figuras ligadas à cultura.

    Convidados e os filmes escolhidos que já participaram no ciclo “Um Livro, um Filme”:

    Lídia Jorge, “A Insustentável Leveza do Ser”, de Philip Kaufman.
    Carlos Brandão Lucas, “África Minha”, de Sidney Pollack.
    D. Manuel Clemente, “Palavra e Utopia”, de Manoel de Oliveira.
    José Pinto da Costa, “Million Dollar Baby”, de Clint Eastwood.
    Daniel Serrão, “Eraserhead”, de David Lynch.
    José Fonseca e Costa, “De Olhos Bem Fechados”, de Stanley Kubrick.
    José Eduardo Agualusa, “O homem do ano”, de José Henrique Fonseca.
    Manoel de Oliveira “O Dia do Desespero”, de Manoel de Oliveira.
    Álvaro Siza Vieira, “Tempos Modernos”, de Charlie Chaplin.
    José Carlos Vasconcelos, “O Delfim”, de Fernando Lopes.
    José Manuel Mendes, “Este Mundo não é para Velhos”, de Ethan e Joel Cohen.
    Hélder Pacheco, “O Dia Mais Longo”, de Ken Annakin, Andrew Marton, Bernhard Wicki e Darryl F. Zanuck.
    Valter Hugo Mãe, “O Processo”, de Orson Welles.
    Simone de Oliveira, “Mente brilhante”, de Ron Howard.
    Dário Oliveira, “Debaixo do Vulcão”, de John Huston.
    Helena Sacadura Cabral, “Gran Torino”, de Clint Eastwood.
    Manuel Sobrinho Simões, “Culpa humana”, de Robert Benton.
    Júlio Isidro, “Casablanca”, de Michael Curtiz.
    Fernando Dacosta, “Sinais de Fogo”, de Luís Filipe Guerra.
    Lauro António, “Manhã submersa”, de Lauro António.
    Mário Dorminsky, “1984”, de Michael Radford.
    António Lobo Xavier, “Match Point”, de Woody Allen.
    Mário Zambujal, “Por Quem os Sinos Dobram”, de Sam Wood.
    Manuel António Pina, “Fahrenheit 451”, de François Truffaut.
    Carvalho da Silva, “O Padrinho”, de Francis Ford Coppola.
    Guilherme de Oliveira Martins, “A Palavra”, de Carl Th. Dreyer.
    José Pacheco Pereira, “Blade Runner”, de Ridley Scott.
    Mário Augusto, “As Vinhas da Ira”, de John Huston.
    Jacinto Lucas Pires, “Fanny e Alexander”, de Ingmar Bergman.
    Carlos Magno, “Blow Up”, de Michelangelo Antonioni.
    Maria João Avillez, “O Leopardo”, de Luchino Visconti.
    Luís Filipe Menezes, “O Nome da Rosa”, de Jean-Jacques Annaud.
    António Pedro Vasconcelos, “A Leste do Paraíso”, de Elia Kazan.
    Álvaro Costa, “L. A. Confidential”, de Curtis Hanson.
    Júlio Machado Vaz, “Cyrano de Bergerac”, de Jean-Paul Rappeneau.
    Mário Cláudio, “Morte em Veneza”, de Luchino Visconti.
    Abílio Hernandez Cardoso, “Sétimo Selo”, de Ingmar Bergman.
    José Miguel Júdice, “As Pontes de Madison County”, de Clint Eastwood.
    Pedro Mexia, “Gente de Dublin”, de John Huston.

    Mais informação sobre o filme “Deus Sabe Quanto Amei”. Clique aqui.

23-02-2011 Eduardo Lourenço foi o convidado da Casa-Museu de Camilo Castelo Branco e da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão no ciclo “Um Livro, Um Filme”.
Imagens FAMA TV
    Receber Notícias
 
 
Subscrever RSS  
 
Enviar por email  
 
Imprimir  
2521 leituras
 
 
TOPO
 
   
  Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão © copyright 2017 | handmade by brainhouse